Câmara derruba inconstitucionalidade de projeto de Lei que obriga
prontos-socorros a atenderem pacientes conveniados em até 45 minutos

A Câmara derrubou, em sua sessão desta terça-feira (12), o parecer de inconstitucionalidade ao projeto de Lei que obriga prontos-socorros a atenderem pacientes conveniados em até 45 minutos. Segundo o projeto de Lei protocolado pelo vereador Rodrigo Manga (DEM).  Agora, o projeto deverá ser votado e, após aprovado, o prazo máximo de espera será de 45 minutos, compreendido entre a chegada, a triagem e o atendimento médico do paciente. Já em caso de emergência, o atendimento deverá ser imediato. 
          
Muitas pessoas reclamam da demora no atendimento, mesmo pagando planos de saúde. "O tempo de espera nas filas de prontos-socorros dos hospitais virou uma dor de cabeça para os consumidores dos planos de saúde, que ficam horas esperando para serem atendidos, apesar de pagarem caro pela assistência médica privada. Este Projeto de Lei tem como objetivo solucionar o problema vivido por essas pessoas. Convênios médicos ganham milhões para atender os conveniados e nem sempre o fazem como deveriam, com respeito às pessoas", explica Manga.

O controle do tempo de atendimento de que trata esta Lei será realizado pelo usuário dos serviços junto aos prontos-socorros conveniados por meio de senhas numéricas que serão, obrigatoriamente, emitidas no local de atendimento, devendo nas mesmas constar  o nome do estabelecimento; o número da senha; data e horário de chegada do usuário do serviço; e o CNPJ da Pessoa Jurídica nos casos de hospitais ou clínicas.
  
O não atendimento do previsto nesta Lei sujeitará o responsável ao pagamento de multa de R$ 10 mil e R$ 20 mil em caso de reincidência. Os prontos-socorros deverão ainda exibir em local visível nas suas dependências placa com o número desta Lei; tempo máximo de espera para atendimento; direito a senha numérica com horário de entrada e de atendimento; e o telefone do PROCON municipal. 
                                                             
Os prontos-socorros têm o prazo de 90 (sessenta) dias, a contar da data da publicação da Lei, para adaptarem-se às suas disposições.


OSTOMIZADOS – Os vereadores também derrubaram o veto do prefeito ao projeto de Lei de minha autoria que garante aos ostomizados o reconhecimento como pessoas com deficiência orgânica e direitos para fins de atendimento prioritário.a atendimento prioritário. Uma vez aprovado o projeto, ficam as repartições públicas e empresas concessionárias de serviços públicos obrigadas a dispensar atendimento prioritário, por meio de serviços individualizados que assegurem tratamento diferenciado e atendimento imediato aos ostomizados e incontinentes. Também fica assegurada a prioridade de atendimento em todas as instituições financeiras. “Um absurdo o prefeito vetar este projeto que garante um direito já adquirido pelos ostomizados e que, além de tudo, não acarretará nenhum custo aos cofres públicos. Graças a Deus conseguimos esta vitória;  o principal objetivo desta Lei é assegurar que os direitos adquiridos aos indivíduos portadores de deficiências sejam estendidos aos ostomizados e incontinentes, considerando as consequências sofridas pelos pacientes”, comemora Manga.
SESSÃO DA CÂMARA
 
Projeto de Lei que obriga prontos-socorros a atenderem
pacientes conveniados em até 45 minutos entra na pauta 
  • Também será votado o veto ao projeto de Lei que garante atendimento prioritário aos ostomizados
A Lei que obriga prontos-socorros a atenderem pacientes conveniados em até 45 minutos entra na pauta da Sessão da Câmara desta terça-feira (12). Segundo o projeto de Lei protocolado pelo vereador Rodrigo Manga (DEM).  Após aprovado o projeto de Lei, o prazo máximo de espera será de 45 minutos, compreendido entre a chegada, a triagem e o atendimento médico do paciente. Já em caso de emergência, o atendimento deverá ser imediato.  
                
Muitas pessoas reclamam da demora no atendimento, mesmo pagando planos de saúde. "O tempo de espera nas filas de prontos-socorros dos hospitais virou uma dor de cabeça para os consumidores dos planos de saúde, que ficam horas esperando para serem atendidos, apesar de pagarem caro pela assistência médica privada. Este Projeto de Lei tem como objetivo solucionar o problema vivido por essas pessoas. Convênios médicos ganham milhões para atender os conveniados e nem sempre o fazem como deveriam, com respeito às pessoas", explica Manga.

O controle do tempo de atendimento de que trata esta Lei será realizado pelo usuário dos serviços junto aos prontos-socorros conveniados por meio de senhas numéricas que serão, obrigatoriamente, emitidas no local de atendimento, devendo nas mesmas constar  o nome do estabelecimento; o número da senha; data e horário de chegada do usuário do serviço; e o CNPJ da Pessoa Jurídica nos casos de hospitais ou clínicas.

O não atendimento do previsto nesta Lei sujeitará o responsável ao pagamento de multa de R$ 10 mil e R$ 20 mil em caso de reincidência. Os prontos-socorros deverão ainda exibir em local visível nas suas dependências placa com o número desta Lei; tempo máximo de espera para atendimento; direito a senha numérica com horário de entrada e de atendimento; e o telefone do PROCON municipal.
                                                            
Os prontos-socorros têm o prazo de 90 (sessenta) dias, a contar da data da publicação da Lei, para adaptarem-se às suas disposições.

OSTOMIZADOS – Os vereadores também apreciarão o veto do prefeito ao projeto de Lei de minha autoria que garante aos ostomizados o reconhecimento como pessoas com deficiência orgânica e direitos para fins de atendimento prioritário.a atendimento prioritário. Uma vez aprovado o projeto, ficam as repartições públicas e empresas concessionárias de serviços públicos obrigadas a dispensar atendimento prioritário, por meio de serviços individualizados que assegurem tratamento diferenciado e atendimento imediato aos ostomizados e incontinentes. Também fica assegurada a prioridade de atendimento em todas as instituições financeiras. “Um absurdo o prefeito vetar este projeto que garante um direito já adquirido pelos ostomizados e que, além de tudo, não acarretará nenhum custo aos cofres públicos. O principal objetivo desta Lei é assegurar que os direitos adquiridos aos indivíduos portadores de deficiências sejam estendidos aos ostomizados e incontinentes, considerando as consequências sofridas pelos pacientes”, explica Manga.






Prontos-socorros terão 45 minutos
para atender pacientes conveniados

Prontos-socorros que atendem pacientes conveniados não poderão demorar mais que 45 minutos para atendê-los, segundo o projeto de Lei protocolado pelo vereador Rodrigo Manga (DEM). Após aprovado o projeto de Lei, o prazo máximo de espera será de 45 minutos, compreendido entre a chegada, a triagem e o atendimento médico do paciente. Já em caso de emergência, o atendimento deverá ser imediato.               
Muitas pessoas reclamam da demora no atendimento, mesmo pagando planos de saúde. "O tempo de espera nas filas de prontos-socorros dos hospitais virou uma dor de cabeça para os consumidores dos planos de saúde, que ficam horas esperando para serem atendidos, apesar de pagarem caro pela assistência médica privada. Este Projeto de Lei tem como objetivo solucionar o problema vivido por essas pessoas. Convênios médicos ganham milhões para atender os conveniados e nem sempre o fazem como deveriam, com respeito às pessoas", explica Manga.  
O controle do tempo de atendimento de que trata esta Leiserá realizado pelo usuário dos serviços junto aos prontos-socorros conveniados por meio de senhas numéricas que serão, obrigatoriamente, emitidas no local de atendimento, devendo nas mesmas constar  o nome do estabelecimento; o número da senha; data e horário de chegada do usuário do serviço; e o CNPJ da Pessoa Jurídica nos casos de hospitais ou clínicas.
O não atendimento do previsto nesta Lei sujeitará o responsável ao pagamento de multa de R$ 10 mil e R$ 20 mil em caso de reincidência. Os prontos-socorros deverão ainda exibir em local visível nas suas dependências placa com o número desta Lei; tempo máximo de espera para atendimento; direito a senha numérica com horário de entrada e de atendimento; e o telefone do PROCON municipal.                                                            
Os prontos-socorros têm o prazo de 90 (sessenta) dias, a contar da data da publicação da Lei, para adaptarem-se às suas disposições.
                                                              


Dia do Condutor Escolar


Parabéns aos condutores de van escolares pelo seu dia comemorado hoje, 1º de julho, de acordo com a Lei nº 11.321, de minha autoria, que inclui a data comemorativa no Calendário Oficial do Município como o Dia do Condutor Escolar.

Esta homenagem é um reconhecimento a vocês profissionais que, com grande responsabilidade, facilitam o dia-a-dia dos pais que não dispõem de tempo para levar e buscar seus filhos na escola.
SESSÃO SOLENE

Manga homenageia personalidades
que atuam no combate às drogas


Em uma emocionante Sessão Solene proposta pelo vereador Rodrigo Manga (DEM), presidente da Comissão de Dependência Química da Câmara, mais de 100 personalidades que atuam no combate às drogas foram homenageados, no plenário da Câmara Municipal, na noite de segunda-feira (20).

A Sessão Solene Alusiva ao Dia Internacional de Combate às Drogas teve a participação de diversas autoridades. Compuseram a mesa de honra, além do vereador Manga, a vice-prefeita e secretária de Desenvolvimento Social, Edith Di Giorgi; o comandante do 7° BPMI, tenente-coronel Marcos Antonio Ramos; o delegado titular da Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (Dise), Wilson Negrão; o secretário municipal de Saúde, Francisco Antonio Fernandes; o senhor Alexandre de Souza Castro Araújo; a senhora Priscila La Vega, representando o deputado estadual André Soares; e a chefe de relações comunitárias da Guarda Civil Municipal, Simone Liuti Rosa, representando o comandante da GCM, Jefferson Klarosk.

Rodrigo Manga prestou homenagem, com votos de congratulações, a 118 personalidades que se destacaram por desenvolver ações no combate às drogas na cidade e região. "É uma justa homenagem a quem tanto se dedica ao combate das drogas não apenas na cidade de Sorocaba, mas em toda a região, além de motivar outras pessoas para que entrem como parceiras nessa luta tão difícil", explicou o vereador.


Em seu discurso, Manga ressaltou a importância do trabalho em conjunto do Poder Público, entidades e polícias, para que "de mãos dadas" possam vencer as drogas e contou sua experiência como lutador desta causa e também como ex dependente químico.  "Nesta luta, contra a dependência química, visitando minicracolândias, ministrando palestras e conhecendo histórias, nós vimos casos terríveis do poder das drogas sobre as pessoas.  Mas também tem casos no qual resgatamos vidas e são estes que nos dão motivação para continuar nossa luta. Eu falo que amo a questão da dependência química. E pra lutar por uma causa como esta você realmente tem que amar. Um dia eu também fui vítima das drogas. Mas através de esforços de pessoas como vocês, de homens de Deus como vocês, independente se são ligados a alguma igreja ou não, Deus me alcançou e hoje eu posso ajudar outras pessoas a sair do mundo das drogas."

Lar Casa Bela é 

declarado Utilidade Pública 


A Lei que declara de utilidade pública a Associação Lar 

Casa Bela foi publicada na edição desta sexta-feira, 10,

do Jornal Oficial do Município. O Lar Casa Bela é uma 

associação sem fins lucrativos, fundada em 2012 em 

São Paulo e instalada em Sorocaba desde 2013. Sua 

missão social é atender a população infanto-juvenil em

 situação de vulnerabilidade.



Mudança viária no 

Júlio de Mesquita



Moradores da Rua Abner Pacheco, no Júlio de Mesquita 

Filho, me procuraram para reclamar da dificuldade e 

riscos que correm por causa do tráfego intenso de 

veículos na via de mão dupla. Diante dos fatos, 

protocolei ofício solicitando à Prefeitura estudos para 

que a via se torne mão única de direção.
EM 90 DIAS 
Câmara aprova projeto de Lei que obriga regulamentação
do comércio ambulante de alimentos

A Câmara aprovou, em primeira discussão, o Projeto de Lei nº 56/2016, de autoria do vereador Rodrigo Manga (DEM),  que acrescenta o Art. 40 à Lei nº 10.985, de 29 de outubro de 2014, que dispõe sobre as regras para comercialização de alimentos em vias e áreas públicas, determinando prazo de 90 dias para o Executivo regulamentar a lei em vigor há quase dois anos.


A regulamentação foi tema de audiência pública realizada por Manga no último dia 11 de maio na Câmara Municipal, com a presença dos trabalhadores ambulantes e de comerciantes. Neste dia, apesar de não ter comparecido nenhum representante do Executivo, por meio da imprensa, a Prefeitura afirmou que a regulamentação seria feita até o final de maio, no entanto, isso não ocorreu. "Diante da demora em regulamentar a lei, protocolei Projeto de Lei que obriga o Executivo a fazê-lo. Quem mais sofre com esta demora são os ambulantes que trabalham com a insegurança, tendo de fugir de fiscalização, sendo que a Lei existe para defender o trabalho deles.", explica o vereador.

Manga atribuiu o atraso na regulamentação a um "jogo de empurra-empurra" na Prefeitura, pois já passou por praticamente todas as secretarias. "Toda vez que buscamos informações sobre a regulamentação, a Prefeitura alega que está sendo analisada por alguma secretaria. Enquanto isso sofrem ambulantes e comerciantes. A regulamentação tem por objetivo fiscalizar o trabalho dos ambulantes para que não prejudiquem o comércio local", concluiu. 


Manga quer solução 
para as filas de espera na Saúde 


Diante da situação caótica em que se encontra a Saúde em Sorocaba, o vereador Rodrigo Manga (DEM) protocolou requerimento solicitando informações ao prefeito sobre os números reais de pessoas aguardando consultas, realizações de cirurgias e de exames de todas as especialidades. 

Todos os dias, o vereador recebe reclamações dos munícipes em relação ao atendimento nas unidades pré-hospitalares, unidades básicas de saúde, Policlínica e hospitais. São pessoas a espera de atendimento, que passam dias no corredor das unidades aguardando uma vaga de internação, pessoas com problemas sérios de saúde aguardando meses por um exame, entre outros problemas relatados. 

A população reclama ainda da colocação na fila de espera para realização de exames que só aumenta e nunca diminui, principalmente nos casos de ressonância magnética e ultrassom. "As pessoas aguardam na fila com mais de mil na frente, sem nenhuma perspectiva de quando serão atendidas, quando farão os exames, enquanto isso muitas morrem aguardando", desabafa Manga. 

Diante dos fatos, Manga requer informações sobre os dados atualizados (números reais atualizados) de pessoas na fila por consultas especializadas, de pacientes esperando por exames, pessoas aguardando a primeira avaliação para procedimentos cirúrgicos e ainda pacientes já avaliados para cirurgias. O vereador também quer saber o quanto aumentou o número de pacientes que esperam para passar por médico e quais as medidas que estão sendo tomadas para amenizar as filas de esperas. 

O vereador solicita ainda informações sobre a possibilidade de mutirões para a redução da espera pelos pacientes. "Sabemos que os mutirões podem reduzir as filas de espera por exames e cirurgias", finalizou Manga. 

Secretário admite falha
e pedirá revisão do TAC

Em uma Audiência Pública que durou cinco horas, o secretário de Saúde, Francisco Antônio Fernandes, acatou o pedido do vereador Rodrigo Manga (DEM)  de que seja solicitada a revisão do TAC da Desinstitucionalização e admitiu o que o Manga vem afirmando desde que foi firmado, que o TAC foi mal feito.

O secretário respondeu a diversas perguntas dos vereadores, líderes de bairros e a população que acompanhou a reunião, na qual funcionários da Pasta apresentaram a prestação de contas quadrimestral. Manga sabatinou o secretário sobre a falta de tratamento de crianças e adolescentes dependentes químicos, a desinstitucionalização e a possibilidade de realização de mutirões para acabar com as filas de espera para exames e cirurgias na cidade.

Mais uma vez, Fernandes afirmou que a Prefeitura está estudando a ideia dada pelo vereador dos CAPSs saírem oferecendo tratamento a dependentes químicos nas minicracolândias. "Esta é uma solução que ofereci ao secretário enquanto o consultório de rua e UAI não entrem em funcionamento, mas até agora nada foi decidido", enfatiza Manga. Já sobre os mutirões, o secretário alegou a falta de incentivo do Governo Federal.

Por fim, depois de defender por algumas vezes o TAC da Desinstitucionalização, Fernandes admitiu que em reunião agendada para meados de junho, fará o pedido oficial para revisão. "Este TAC foi muito mal feito, são vidas que estão em jogo,  muitas famílias relataram que quando um paciente é desinternado, não consegue continuar o tratamento adequado na residência, inclusive foram relatadas dificuldades para ministrar medicamento e violência contra os familiares. A maneira como está sendo conduzida a desinstitucionalização a qualquer preço, está totalmente equivocada", finalizou Manga.