Segunda-feira: dia de atendimento à população e gabinete lotado!!!


 Toda segunda-feira é assim, gabinete lotado e vereador atendendo a população durante o dia todo. "Eu gosto desse contato com os munícipes, gosto de atendê-los pessoalmente e reservo as segundas-feiras para eles", ressalta o vereador. O atendimento feito no gabinete às segundas-feiras é realizado das 10h às 16h, semanalmente. 

O vereador Rodrigo Manga conversa com todos os munícipes a fim de saber sobre tudo o que está acontecendo na cidade, principalmente sobre os problemas relacionados às suas maiores bandeiras: tratamento dos dependentes químicos, , tratamento dos pacientes com insuficiência renal, melhorias no CDHU, regularização dos ambulantes e outros. 

Venha conversar conosco!

Vereador Manga é destaque na imprensa no final de semana!

Bom dia! 

Neste final de semana fomos notícia nos dois grandes jornais de Sorocaba: Cruzeiro do Sul e Diário de Sorocaba.  O jornal Cruzeiro do Sul deu como destaque na coluna Informação Livre,  o projeto de lei 136/2014 que dispõe sobre a instalação de postos de pronto-atendimento médico de emergência nos dois terminais de ônibus da cidade: Terminal São Paulo e Terminal Santo Antônio. O projeto do vereador Rodrigo Manga deverá entrar em pauta nas próximas sessões da Câmara.


Jornal Cruzeiro do Sul

No jornal Diário de Sorocaba, a notícia foi sobre o requerimento do vereador Rodrigo Manga, atendido pela Secretaria de Governo e Segurança Comunitária, garantindo reforço na segurança das unidades da Casa do Cidadão.

Jornal Diário de Sorocaba

Vereador Manga cobra da Corregedoria Geral do Município apuração de irregularidades no transporte realizado por ambulâncias do Samu

O vereador Rodrigo Manga (PP) protocolou ofício ontem cobrando da Corregedoria Geral do Município apuração dos casos de irregularidades no transporte realizado pelas ambulâncias do SAMU, em Sorocaba. Ele também pediu à CPI da Saúde da Câmara oitiva específica para apurar falhas referentes às condições do transporte, serviços e atendimentos realizados pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, em razão das muitas reclamações recebidas de munícipes como falta de condições e equipamentos adequados para transferência de paciente e demora exagerada no atendimento.
Além dos vários casos relatados por munícipes que visitam o gabinete do vereador, um caso ocorrido na madrugada de quarta para quinta-feira chamou a atenção de Manga. O aposentado Vicente Lázaro Cañas morreu na última madrugada, dentro da ambulância do SAMU, após mais de 48 horas de espera por transferência da Unidade Pré-Hospitalar da Zona Leste para a Santa Casa, onde passaria por uma avaliação cardíaca.
Após várias reclamações pela demora na transferência, o aposentado que respirava com a ajuda de oxigênio, foi levado durante a madrugada e morreu a caminho do hospital. Conforme familiares da vítima, a ambulância do SAMU que fazia o transporte não tinha oxigênio para ajudar no atendimento do paciente. Vicente Lázaro Cañas era pai do ex-vereador Emerson Cañas.
Manga usou a plenária de hoje (26 de junho) para requerer voto de profundo pesar e pediu um minuto de silêncio pelo falecimento do aposentado. “Esse senhor foi mais uma vítima do mau atendimento da nossa Saúde e da falta de atenção para a população. Se isso aconteceu com o pai de um ex-vereador e funcionário público concursado da Prefeitura, podemos imaginar o que se passa com a maioria da população. Quantas pessoas mais terão que morrer nestas condições para que alguma medida seja tomada”, ressaltou o vereador, que recebeu o apoio dos demais vereadores da casa.

Conforme o vereador constantemente são relatados em seu gabinete casos diversos de problemas no atendimento do SAMU como o de pacientes com problemas mentais que chegam a esperar cerca de 4 horas para serem atendidos, falta de condições para proceder busca ativa aos dependentes químicos, falta de equipamentos para realizar atendimentos e demora nos atendimentos alegando falta de macas ou outros itens básicos.

Audiência Pública discute falhas no atendimento de dependentes químicos


Manifestações apontam falta de estrutura para internação e de rede adequada para tratamento dos casos no Município. Vereador Rodrigo Manga (PP) defende a criação de um hospital destinado ao tratamento e reabilitação de dependentes químicos.

 O atendimento aos dependentes químicos em Sorocaba foi amplamente discutido na Câmara Municipal na manhã desta segunda-feira, 16, em audiência pública de iniciativa do vereador Rodrigo Manga (PP), que presidiu a reunião.

 Participaram da audiência a vice-prefeita e secretária da Cidadania, Edith Di Giorgi; o secretário de Saúde, Armando Raggio; o gestor geral da Santa Casa, Francisco Antonio Fernandes; o coordenador de psiquiatria do Conjunto Hospital de Sorocaba, Carlos Eduardo Zacharias; a Presidente do Conselho Tutelar, Juliana March, e a presidente do Conselho Municipal sobre Drogas (COMAD) de Sorocaba, Maria Clara Schnaidman Suarez.

 O vereador Manga preside a “Comissão de Vereadores para Realizar Contatos, Reuniões e Estudos Sobre Problemática da Dependência Química no Município”, formada ainda pelos vereadores Saulo do Afro Art’s (PRP) e Luis Santos (PROS), que estiveram na audiência, e também pelos vereadores Pastor Apolo (PSB) e José Crespo (DEM). O presidente da Comissão de Saúde, Izídio de Brito (PT), e o vereador Marinho Marte (PPS) também participaram da reunião onde estiveram presentes dir
etores de clínicas para dependentes químicos e representantes de entidades que prestam assistência a moradores de rua.

 Dando início ao debate, Manga destacou o trabalho desenvolvido pela Comissão da Câmara que denunciou a existência de minicracolândias no Município e acompanha o aumento dos usuários de craque na cidade, a realidade dos dependentes e o drama dos familiares, citando avanços no combate ao problema como o aumento nos dias de triagem e internações imediatas, além da inauguração do Caps AD III.

 Sobre a dificuldade de acesso ao tratamento no município, o parlamentar citou o caso da jovem de 13 anos, dependente química, que se prostituia para manter o vício, cuja família ganhou uma ação na justiça determinando a sua internação involuntária e a jovem foi encaminhada ao hospital de dependência química, recentemente inaugurado, na cidade de Botucatu. Manga também lembrou outra adolescente de 16 anos que se suicidou após dois dias de alta na internação. Em seguida, foi apresentado um vídeo com depoimentos de ex-viciados e familiares de dependentes.

 O vereador Rodrigo Manga defendeu a criação, em Sorocaba, de um hospital nos moldes do de Botucatu para preencher a lacuna existente no Município por leitos e tratamento. Questionado pelo parlamentar sobre a possibilidade do Governo Estadual contemplar a cidade com uma unidade, o secretário de Saúde afirmou que não defende a construção de um hospital especifico para drogas, pois acredita na visão integrada.

 Pronunciamentos: O gestor da Santa Casa anunciou que o hospital terá uma ala específica, inicialmente provisória, para o atendimento de urgência dos dependentes e que serão criados até 25 leitos. Em seguida, o secretário de Saúde, também destacou a necessidade de se construir uma rede de atenção psicossocial com hierarquia para atender os usuários. Já a secretária de Cidadania reafirmou a prioridade do tema na atual administração destacando a criação de uma coordenadoria específica para discutir a integração das políticas de combate às drogas que vêm ampliando as parcerias.    

 A presidente do Conselho Tutelar explicou que a instituição é a porta de entrada para os casos, que em seguida deve encaminhar aos órgãos competentes, e denunciou que hoje não há uma rede preparada e que os profissionais não conseguem atender os encaminhamentos do conselho, destacando muitos casos sem sucesso. Juliana March também defendeu o tratamento compulsório para crianças e adolescentes. Ela quis saber da prefeitura para onde o conselho deve encaminhar esses adolescentes, uma vez que há um impasse na rede de Saúde. “Se a mãe for procurar o Conselho Tutelar eu vou dar encaminhamento pra onde?”, frisou. O secretário de Saúde colocou toda a estrutura à disposição e afirmou que compartilha a tensão, mas que não há solução de uma só secretaria.

 Sobre o problema, o coordenador de psiquiatria do Conjunto Hospital de Sorocaba, apresentou o dado do Ministério da Saúde, que contabiliza 344 vagas para menores no Brasil, sendo, portanto, que as poucas internações acontecem com intervenção do Poder Judiciário.

 Para a entidade Lua Nova, o processo de integração social é mais importante que o debate sobre a internação compulsória. Em seguida, usuários e familiares pediram ajuda e denunciaram negativas da rede de Saúde quando procurado atendimento, que foram ouvidas e respondidas pelo secretário de Saúde. Raggio citou os leitos que serão abertos na Santa Casa e os 25 leitos disponibilizados no Hospital Teixeira Lima, para o atendimento de pacientes de Sorocaba.

 O vereador Marinho Marte falou sobra a gravidade do problema que vem há muito tempo e da necessidade de unir forças e de respostas imediatas àqueles casos urgentes. O parlamentar denunciou a preocupação de comunidades onde estão presentes as residências terapêuticas do Instituto Moriah, lembrando que os bairros estão se mobilizando, pois os moradores muitas vezes não têm conhecimento da finalidade das locações. O secretário afirmou que são cerca de 50 casas em Sorocaba para trazer de volta a vida social os egressos de hospitais psiquiátricos, que essas residências terapêuticas devem ser transitórias e que é orientação do Governo que os contratos de locação contenham cláusula explícita sobre o destino das casas.

 Também se manifestou o vereador Izídio de Brito, destacando que o problema é uma herança antiga no município que no passado confundia dependente químico com doentes mentais e o tratamento pra ambos era a internação. Em seguida Luis Santos destacou que além do tratamento é preciso focar o sistema que produz o dependente químico e lamentou a ausência de representantes da polícia. Também falou sobre a importância da família e dos valores e necessidade de se usar os ex-dependentes como agentes multiplicadores. E o vereador Saulo do Afro Arts falou sobre a necessidade de se melhorar a comunicação entres os setores envolvimentos para que os casos sejam resolvidos no ato.   

 Sobre a dificuldade, e como foi sugerido durante a audiência pública, a secretaria de Cidadania informou que está em processo de licitação a criação de um catálogo de serviços para orientar a população na busca por atendimento.

Estudos: Como representante do Conselho Federal de Medicina, Zacharias trouxe um resumo de um trabalho apresentado no Congresso da Associação Psiquiátrica da America Latina em 2012. Iniciou destacando os conflitos de interesse e as vertentes que interferem nas decisões como dados científicos, o que a medicina indica, o que a lei determina e que os governos fazem ou deixam de fazer. O estudo aponta ainda que a maioria dos países democráticos permite a internação coercitiva.

Em seguida apresentou dados sobre o consumo da maconha: um em cada 10 homens adultos já experimentaram e um em cada adolescente usuário da droga é dependente. Em seguida falou sobre a cocaína e derivados cujo consumo no Brasil, 4% esporádica e 2% de dependentes. Também apresentou dados comparativos dos gastos com saúde mental em relação aos recursos totais com saúde em 2006, 11% no Canadá, 10% na Inglaterra e 2,3% no Brasil. No Canadá são 1,92 leitos psiquiátricos por mil habitantes e no Brasil são 0,23 por mil.

  

SAÚDE: Câmara realiza audiência pública sobre atendimento aos dependentes químicos

Por iniciativa do vereador Rodrigo Manga (PP), será realizada na próxima segunda-feira,16, a partir das 10h, no plenário da Câmara Municipal de Sorocaba, uma audiência pública para discutir o atendimento aos dependentes químicos  no município.

Manga, que preside a “Comissão de Vereadores para Realizar Conatos, Reuniões e Estudos Sobre Problemática da Dependência Química no Município”, quer ampliar o debate sobre o procedimento adotado pela Prefeitura para atender aos dependentes químicos. “Não podemos continuar perdendo candidatos potenciais ao tratamento por falta informações ou de acesso ao serviço”, alerta o parlamentar, que atua na Comissão com os vereadores Saulo do Afro Art’s (PRP), Pastor Apolo (PSB), José Crespo (DEM) e Luis Santos (PROS).



Foram convidados para a audiência pública, a presidente do Conselho Tutelar de Sorocaba, Juliana March; a vice-prefeita e secretária da Cidadania, Edith Di Giorgi; OS Coordenadores dos Centros de Atendimento Psicossocial de Sorocaba (Caps); o  diretor do Centro de Referência de Álcool, Tabaco e Outras Drogas (Cratod), Marcelo Ribeiro; O gestor do “Programa Recomeço”, que funciona na Capital, Ronaldo Laranjeiras; diretores de clínicas para dependentes químicos e representantes de entidades que prestam assistência a moradores de rua.

Praça na Vila Santana inicia obras de revitalização

Na última segunda-feira (09), foi iniciado a revitalização da "Praça das Viúvas" localizada na Vila Santana na rua Oswaldo cruz, esquina com a rua Aimorés. Após solicitações de moradores devido o local ser muito arborizado o Vereador Rodrigo Manga (PP) acompanhado da moradora Maria dos Reis Fauzino, que há 20 anos reside nas proximidades esteve com o Secretário da Serp (Secretaria de Serviços Públicos), Clebson Aparecido Ribeiro, onde o mesmo afirmou que já havia um projeto de revitalizar a Praça.

 O local precisa ser colocado piso denominado, bloquinho, que é inter travado, permitindo que se acomode conforme o crescimento das raízes das árvores.

Projeto obriga a implantação de banheiros químicos nos mini terminais da cidade

De autoria do vereador Rodrigo Manga (PP), tramita na Câmara Municipal de Sorocaba, um projeto de lei que obriga as empresas concessionárias do serviço de transporte coletivo da cidade a instalarem banheiros químicos nas áreas de transferência, conhecidas como mini terminais.

 A proposta exige inclusive a implantação de banheiros adaptados a pessoas portadoras de deficiência, nas seis áreas de transferências que funcionam em Sorocaba. “Pensamos principalmente em munícipes que residem em chácaras, na região rural de Sorocaba, com poucas condições de traslados, necessitando às vezes esperar quase uma hora pelo ônibus”.


 O parlamentar também argumenta que quem está nos mini terminais e precisa utilizar o banheiro acaba recorrendo às residências  e aos estabelecimentos comerciais próximos, mas, nem sempre conseguem autorização dos donos. “Trata-se de uma situação constrangedora, que pode ser evitada mediante uma medida relativamente simples”, defende Rodrigo Manga.

Posto de primeiros socorros em terminais de ônibus abre as discussões desta quinta na Câmara


De autoria do vereador Rodrigo Manga (PP) projeto prevê ainda que os espaços sejam utilizados para desenvolver campanhas de orientação e prevenção a doenças.


  O PL nº 136/2014 abre a ordem do dia da 31ª sessão ordinária da Câmara Municipal de Sorocaba, nesta quinta-feira, 29, e dispõe sobre a implantação de um posto de atendimento de primeiros socorros, dentro dos terminais de integração do sistema urbano de transporte coletivo no Município.


  A proposta do vereador Rodrigo Manga aponta os terminais Santo Antônio e São Paulo, por onde circulam cerca de 200 mil pessoas por dia, como locais que deverão receber o investimento. O parlamentar argumenta que casos como princípio de infarto, alteração de pressão arterial, mulheres em trabalho de parto, crises de epilepsia, quedas, embriagues e maus súbitos de origens diversas são comuns nos terminais.

  “Este ano foram registrados três atropelamentos nos terminais de ônibus de Sorocaba, com uma vítima fatal. Em situações assim um atendimento profissional imediato é necessário para evitar possíveis sequelas pela falta de um socorro inicial adequado”, disse Manga, que sugere ainda que os postos possam divulgar campanhas  educativas em relação a saúde.  

  O autor ressalta ainda que hoje, em casos emergenciais, funcionários de diversas áreas do terminal se deslocam, deixando seus postos de trabalho, para tentar prestar algum tipo de assistência às vítimas, sem possuírem treinamento específico para isso. Também reclama da falta de um espaço, com maca e cadeira de rodas, para o restabelecimento de munícipes que sintam algum tipo de mal estar.

  “Entendemos que o investimento não é grande, mas o benefício para a população sim, por isso vamos defender a nossa proposta em plenário e tentar sensibilizar nossos colegas sobre a importância do assunto. Sorocaba cresce e precisa investir em estruturas de saúde”, defende Rodrigo Manga.

Manga concede entrevista à rádio Cruzeiro sobre internação de dependentes químicos

O vereador Rodrigo Manga (PP) concedeu entrevista à rádio Cruzeiro do Sul, quando falou sobre a decisão que as entidades beneficentes conveniadas com a Prefeitura passam a internar os dependentes químicos no mesmo dia se forem procurados até as 12 horas. Essa foi sempre uma luta do vereador.

Internação de dependente químico será realizada no mesmo dia

Novo sistema de internação mais ágil será testado por 30 dias
A Comissão de Dependentes Químicos da Câmara de Sorocaba, presidida pelo vereador Rodrigo Manga (PP), se reuniu na manha desta segunda-feira (19) com representantes da Secretaria de Desenvolvimento Social e entidades que fazem o acolhimento de dependentes químicos. A grande novidade conseguida na reunião é que internação será agilizada. Depois de muita discussão, ficou definido que a pessoa que procurar uma das entidades conveniadas com a Prefeitura até as 12 horas, será internada no mesmo dia. Essa ação ficará em teste por 30 dias.
O vereador Manga abriu a reunião contando que uma mulher que foi liberada pelo CAPS (Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas) AD III acabou se suicidando, mostrando a necessidade do acolhimento urgente. Segundo Manga, o atendimento do CAPS AD III não tem funcionado a contento.
Mas Manga deixou claro que o período de tratamento tem que ser estabelecido “não pode ficar dez anos em tratamento”. O vereador quer que seja realizada audiência pública com as entidades antes que seja renovado o convênio com a Prefeitura para que elas também sejam ouvidas de suas necessidades.
Vanderlei da Silva, do SOS (Serviço de Obras Sociais), que também representou o Conselho Municipal de Assistência Social e o Comitê Pop Rua, afirmou que a entidade atende 33 pessoas por dia pelo convênio com a Prefeitura e que antes eram 40 vagas. Conforme Silva, o controle na entidade é rigoroso e antes a média diária de atendimento era de 52 pessoas, hoje está em 63, sendo que a capacidade de atendimento é de 60 pessoas.
Segundo o diretor do Grasa (Grupo de Apoio Santo Antonio), Carlos Roberto Furlan, a entidade não acolhe quem não tem documentação. Hoje são 59 vagas, mas a capacidade da entidade é de 120 vagas.
As representantes da Secretaria de Desenvolvimento Social destacaram que existe também o sistema de República, no qual a pessoal tem um pós-tratamento de seis meses. Foram fechados convênios neste sentido com as entidades Lua Nova e Momumes.
Para Manga, no papel o atendimento está muito bonito para o dependente químico, mas na prática, normalmente a família chama o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), espera de três a quatro horas e, ao final, a pessoa desisti do tratamento ou entra em surto. O vereador lamentou a secretária de Desenvolvimento Social, Edith Di Giorgi, não ter comparecido à reunião.
O vereador Luis Santos (Pros) defendeu que a triagem fosse realizada somente pelo CAPS AD III. Manga considerou que isso seria muito burocrático e sugeriu a internação com mais rapidez. Já o vereador Jessé Loures (PV) defendeu a rapidez no atendimento.

Rapidez no atendimento - O diretor do Grasa, se comprometeu que a internação pode ocorrer no mesmo dia, caso a pessoa procure a entidade até as 12 horas. A secretaria de Desenvolvimento Social aceitou a proposta e irá repassar essa posição para as outras entidades que fazem atendimento. O teste será realizado por 30 dias.
Já em relação ao programa “De Braços Abertos”, Manga recebeu a informação que a Secretaria de Desenvolvimento Social está estudando a sua implantação em Sorocaba. O vereador voltou a ressaltar que na cidade, o programa deve colocar como condição para participar do programa que oferece emprego aos dependentes químicos, que eles aceitem tratamento.

Participaram da reunião os vereadores Rodrigo Manga, Luis Santos e Jessé Loures; Carlos Roberto Furlan, do Grasa; Elaine Cristina Nochelle, coordenadora de Política sobre Drogas da Secretaria de Desenvolvimento Social; Ana Lúcia de Paula, chefe de divisão de Convênios da Secretaria de Desenvolvimento Social; Vanderlei da Silva do SOS, Conselho Municipal de Assistência Social e Comitê Pop Rua; Liliana Jesus, representando o vereador José Crespo; Rodrigo Onofre, representando o vereador Saulo do Afro Art’s; Dinho Cuervo, representando o vereador Apolo; e Pedro Bisso Júnior.